Osteopatia Craniana

A terapia craniana foi anexada à Osteopatia na década de 1930. William Sutherland, realizou pesquisas em anatomia do crânio juntamente com observações clínicas da mobilidade craniana em pacientes sintomáticos e assintomáticos por anos.

Sutherland verificou os resultados da aplicação de forças compressivas, tensionais e restritivas sobre o crânio. 

Partindo dos ensinamentos de Still, Sutherland deduziu que as suturas cranianas funcionam como articulações e que a montagem intrincada contribui para o movimento entre os ossos. Ele considerou que o crânio teria mobilidade preservada em situações de saúde e que apresentaria restrições/fixações em resposta a enfermidades sistêmicas e traumas.

 

Para Sutherland, o mecanismo respiratório primário era dependente  de cinco elementos:

  • Motilidade do cérebro e da medula espinhal;

  • Líquido cérebro-espinal flutuante;

  • Motilidade das membranas intracranianas e espinhais (dura-máter, meninges.);

  • Mobilidade dos ossos do crânio;

  • Movimento sacral involuntário.

A técnica craniana demorou para ser aceita pela comunidade profissional, mas aos poucos foi se tornando cada vez mais populares por intermédio de Sutherland e seus muitos alunos.

A técnica craniana requer que o terapeuta tenha conhecimento profundo das estruturas e funcionamento, além de desenvolver a sua sensibilidade manual para perceber a mobilidade do sistema craniano.

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